blog 25 jan

Já ouvi de alguns clientes: “Eu não levo jeito para falar em público; fico muito nervoso quando tenho que enfrentar uma platéia!”.

Até aí, nada de anormal. Mesmo palestrantes experientes, com o domínio da oratória, ficam nervosos antes de falar e nos minutos iniciais da apresentação. Normalmente esse nervosismo desaparece após alguns minutos e, na maioria das vezes, ele não é percebido pelo público com a mesma intensidade com que ocorre na psicologia do palestrante.
Nas minhas aulas, peço ao aluno que acabou de falar em público para dar uma nota de 1 a 10 para o seu nervosismo no inicio da apresentação, sendo 10 a nota que corresponde ao grau de maior nervosismo. Depois solicito a um ouvinte que dê uma nota para a percepção do nervosismo do palestrante. A nota do ouvinte sempre é menor! Concluímos, então, que, se o corpo de quem fala não denunciar o seu nervosismo, possivelmente nenhum ouvinte irá notá-lo.

Esse estado não é percebido pelo ouvinte só porque as mãos de quem fala estão transpirando ou tremendo, ou porque o seu coração está batendo mais rápido, mas sim, caso o olhar fique rápido ou perdido, porque ocorre um balanço do corpo, um esfregar ou apertar contínuo das mãos, ou até mesmo uma crise de choro ou de riso. Uma dica: para saber se o seu corpo denuncia o seu nervosismo, filme sua fala e a analise, ou peça a opinião sincera de um amigo que ouviu sua apresentação.

Existe todo um preparo a ser feito antes de se pronunciar as primeiras palavras para uma platéia. Além de ser importantíssimo o conteúdo da apresentação estar bem amadurecido, alguns palestrantes, para se sentirem mais seguros, gostam de ouvir uma música que lhes traga recordações de momentos de superação na vida; outros preferem se imaginar falando com sucesso; e existem aqueles que elegem o silêncio da meditação para se concentrarem no assunto a ser tratado.

Observo, salvo exceções, uma cronologia na mente de quem fala: no início da apresentação prevalece o nervosismo; depois, à medida que sua fala se desenvolve, o comunicador vai se sentido à vontade; e, no final, se esquece de acabar. Quantas vezes já fomos surpreendidos com palestras intermináveis e de que até estávamos gostando no início, mas terminamos insatisfeitos, pois o orador, que se esqueceu de olhar o relógio, fica falando além do tempo previsto para o término da palestra?
Deixo aqui registrados alguns conselhos para você que quer ser um bom comunicador: aprenda as técnicas e os detalhes para falar melhor. Para isso, faça um curso de oratória ou procure um coaching em comunicação. Encare sua imagem e se veja falando, para superação do que não lhe agradou. E no mais, prepare-se para demorados aplausos após suas palestras!

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